SMA (Stone Mastic Asphalt Ou Stone Matrix Asphalt)

Em algumas rodovias brasileiras o tráfego de veículos é tão intenso e pesado que se assemelha a corredores de ônibus, trafego pesado e canalizado, principalmente em aclives, onde a velocidade baixa e a tração tendem a deformar o pavimento.
Com o aquecimento das temperaturas de pista (acima de 65ºC) e o aumento do volume e das cargas de tráfego nas rodovias, torna-se necessária uma estrutura mais resistente à deformações. Uma das soluções para casos assim é o SMA, que é um revestimento asfáltico a quente utilizado na Europa e Estados Unidos há mais de 25 anos.


Possui alto percentual de agregados graúdos (70 a 80%, retidos na peneira nº 10), formando uma estrutura descontínua com teor de vazios próximo a 4,0%. Esse sistema visa aumentar a interação entre as pedras, adicionando 5,8 a 6,4% de POLIFLEX Pave, filler e fibras de celulose.
Algumas vantagens:
– alta estabilidade (resistência a afundamentos) nas trilhas de rodas;
– resistência à derrapagem – boa aderência pneupavimento;
– aumento da vida útil do pavimento;
– redução do spray;
– redução da reflexão da luz em condições de pista úmida;
– redução do ruído.


A Rodovia Anhanguera, sob administração da concessionária Intervias (Grupo OHL), está recebendo aplicação do SMA em trechos entre os quilômetros 150 a 210, onde o tráfego é bem pesado. A região possui usinas de álcool e o transporte de cargas no eixo São Paulo – Ribeirão Preto é feito através dessa Rodovia.
A GRECA ASFALTOS, além de fornecer o POLIFLEX, tem prestado assessoria ao Grupo Bandeirantes, sob coordenação do Eng. Guilherme Garbuio. Nesta etapa, com duração aproximada de 2 meses, está previsto 16.000 toneladas de SMA, sendo 1.000t de POLIFLEX.
Contribuição: Eng. Agnaldo Agostinho – Gerente Técnico – Comercial Sudeste.

Leia a matéria completa no informativo Fatos&Asfaltos nº15

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *