Programa de Recuperação emergencial

Desde 2003, o Governo do Estado do Paraná, por conta de levantamentos de sua Secretaria de Transportes, mais especificamente Departamento de Estradas de Rodagem – DER-PR e dos reclamos de entidades de classe e de usuários de estradas estaduais, concordou que aproximadamente 35% de sua malha rodoviária encontravam-se em lastimável estado de conservação.
Comprovada esta situação, o Governador determinou um ataque frontal a ela pelo DER-PR, desencadeando uma ampla ofensiva para a recuperação de trechos críticos em trafegabilidade da malha rodoviária. Dentre todas as iniciativas postas em prática a partir desta decisão, uma se destacou pela abrangência de ação e pela favorável relação custo/benefício, que foi denominada de programa de Recuperação Emergencial, licitado em 2004 e posto em execução a partir do início de 2005.
Este programa foi concebido para ser uma solução técnico-econômica objetivando a preservação do patrimônio publico através do retardamento do processo de degradação do pavimento das rodovias estaduais que estivessem em “estado ruim ou péssimo e assim promover melhorias nas condições de conforto, segurança e redução dos custos operacionais do tráfego. Esta solução está em consonância com o atual cenário econômico nacional de pouca disponibilidade de recursos financeiros e possibilita o adiamento das intervenções de recuperação mais duradouras, mas que exigem maiores recursos”.
De fato, com os recursos disponíveis, estimados em 160 milhões de reais, programou-se concluir as obras de restauração em trechos rodoviários que somariam uma extensão de cerca de 1.850 km, selecionados entre os que se encontravam em piores condições de trafegabilidade, em decorrência de fatores adversos como, tráfego intenso de caminhões, desvio de rotas pedagiadas e por comporem as mais importantes ligações entre cidades e regiões do território paranaense. Portanto, o custo médio da recuperação por quilômetro situa-se na casa dos 85 mil reais, valor absolutamente compatível com os benefícios obtidos e as disponibilidades financeiras do erário estadual para este programa, ora em fase final de conclusão.
Os usuários das rodovias confirmam que os objetivos da proposta estão sendo atingidos com êxito, o que leva a concluir que a iniciativa foi apropriada e oportuna, comprovando o acerto da atitude governamental na implementação do programa Recuperação Emergencial, através do excelente trabalho das equipes de engenheiros e técnicos de seu Órgão Rodoviário Estadual, acompanhando e fiscalizando o incansável esforço das empresas construtoras contratadas para este mister.

Leia a matéria completa no informativo Fatos&Asfaltos nº8

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