CAPE SEAL NA BR 277 - ECOVIAS

A aplicação de tratamentos de superfície de alto desempenho representa uma tendência na recuperação de rodovias.
Durante os meses de novembro e dezembro a Greca Asfaltos executou em Curitiba, para a Concessionária ECOVIA – Caminho do Mar, uma extensão de 6 km de CAPE SEAL na BR 277, entre os kms 78 e 84, na pista de descida ao litoral e em 600 metros da pista de subida (km 71). Esses locais apresentavam acentuado trincamento e o projeto inicialmente indicava a necessidade da remoção por fresagem das áreas trincadas e reposição com CBUQ, para posterior execução do reforço.
No entanto, essa solução convencional muitas vezes não é compatível com o programa de conservação estabelecido para aquela época e/ou segmento. Busca-se então uma recuperação por etapas, através da aplicação de um Cape Seal, por exemplo, para a execução posterior de um reforço estrutural de maior vida útil.
Como sabemos, os tratamentos superficiais são ótimos aliados na contenção de trincas de superfície mas, vulneráveis à infiltrações e à ação do tráfego quando aplicados sobre revestimentos asfálticos desgastados. Daí a idéia de confinarmos esse tratamento por uma camada de micro revestimento a frio, ficando esta como camada final de rolamento, protegendo o tratamento de eventual desagregação e este, por sua vez, inibindo a ascensão de trincas à superfície.
A utilização de emulsões modificadas por polímero, apesar do pequeno aumento de custo em relação às emulsões tradicionais, garantem um desempenho superior e uma relação benefício-custo bastante atraente.
Trecho antes dos reparos

A aplicação de tratamentos de superfície de alto desempenho representa uma tendência na recuperação de rodovias.

Durante os meses de novembro e dezembro a Greca Asfaltos executou em Curitiba, para a Concessionária ECOVIA – Caminho do Mar, uma extensão de 6 km de CAPE SEAL na BR 277, entre os kms 78 e 84, na pista de descida ao litoral e em 600 metros da pista de subida (km 71). Esses locais apresentavam acentuado trincamento e o projeto inicialmente indicava a necessidade da remoção por fresagem das áreas trincadas e reposição com CBUQ, para posterior execução do reforço.

No entanto, essa solução convencional muitas vezes não é compatível com o programa de conservação estabelecido para aquela época e/ou segmento. Busca-se então uma recuperação por etapas, através da aplicação de um Cape Seal, por exemplo, para a execução posterior de um reforço estrutural de maior vida útil.

Trecho após o processo de reparo

Como sabemos, os tratamentos superficiais são ótimos aliados na contenção de trincas de superfície mas, vulneráveis à infiltrações e à ação do tráfego quando aplicados sobre revestimentos asfálticos desgastados. Daí a idéia de confinarmos esse tratamento por uma camada de micro revestimento a frio, ficando esta como camada final de rolamento, protegendo o tratamento de eventual desagregação e este, por sua vez, inibindo a ascensão de trincas à superfície.

A utilização de emulsões modificadas por polímero, apesar do pequeno aumento de custo em relação às emulsões tradicionais, garantem um desempenho superior e uma relação benefício-custo bastante atraente.

Trecho durante o processo de reparo

Leia a matéria completa no informativo Fatos&Asfaltos nº2

Texto: Eng. José Carlos Moura Massaranduba

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